Tuas estrelas que iluminam minha insônia, tuas estrelas que me acalmam.
Minha insônia curada pela tua respiração.
Meus pés esquentados pelo teu calor, teu carinho que me cura de medos.
Teu corpo que me enlouquece, teus pêlos que caracterizam meus desejos.
Ai, nós dois e a coberta pequena.
Nós dois tão grandes dividindo planos, sonhos em uma cama pequena que mesmo assim é capaz de aguentar nossos corpos, nossos corpos que aguentam mentes literárias.
Se eu não te amasse tanto assim, talvez as estrelas não brilhassem tanto.
Estrelas.
Estrela.
E as estrelas iluminaram sempre cada vírgula, cada centímetro, cada milímetro de nossos corpos, e de todo o caminho que temos em frente.
Tuas estrelas, estrelam meu céu. Tuas estrelas, iluminam meu medo do escuro.
Aprendiz de escritora,
Fernanda Paiva.
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