Dor que trás o prazer, prazer que alívia.
O sangue escorre e mancha o lençol. O corpo sente o alívio e pede por mais. Corpos que dançam a dança vermelha, as paredes ouvem, as lâminas participam. O sangue que mostra a vida e trás a lembrança do vermelho do pecado. Gotas vermelhas escorrem e desenham o inconfundível sentido da vida.
A leveza escorre e mostra o gozo. O gozo sangra, o sangue goza.
A loucura perpétua de saber que a dor também é um prazer. As cicatrizes salientes, corpos nus, lâminas expostas, mentes vagando no paraíso perdido.
A inconstância dos desejos, a medida que doí, o sangue aparece, e a medida que sangra o clímax se aproxima.
Aprendiz de escritora,
Fernanda Paiva.
Aprendiz de escritora,
Fernanda Paiva.
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